Lição nº5 – Crescendo em Cristo – 28 de Outubro a 3 de Novembro de 2012


Temos vindo a estudar o grande conflito entre o bem e o mal durante as últimas lições. Mas vimos que “assim como há um problema de uma amplitude vasta, também há uma solução ainda maior.” Esta semana o título da lição é “Crescendo em Cristo”.

Infelizmente, quer queiramos quer não, estamos inseridos num mundo de pecado. Nascemos na condição de pecadores e por mais que lutemos, pelas nossas próprias forças não conseguimos sair desta situação. Mas, graças a Deus, podemos obter a vitória porque Cristo pagou o preço da nossa redenção (Leia 1 Pedro 1:18 e 19). A lição de Domingo diz-nos “O Cristianismo é “uma religião de redenção”, na qual as pessoas são salvas da devastação do pecado, por meio daquilo que outra pessoa – neste caso, Jesus – fez por elas.”. A morte de Jesus na Cruz foi a maior prova de amor por nós. A lição continua dizendo-nos que “Ele tomou o nosso lugar, sacrificando-se a Si mesmo em nosso favor, sofrendo o nosso destino de modo a que não tivéssemos de o sofrer nós mesmo.”.
A sociedade está tão corrompida com a maldade e precisamos de ser cuidadosos naquilo que fazemos. “A Bíblia retrata o nosso mundo como estando sob o domínio de forças do mal que procuram controlar-nos e, por fim, destruir-nos.”; “A humanidade pecadora está presa por um poder ou influência mais forte do que ela.” Esta influência pecadora por vezes pode levar-nos a pensar que somos demasiado pecadores para obter o perdão de Deus, que não somos merecedores do seu perdão porque pensamos que somos as piores pessoas do mundo, as que pecamos mais. Segundo Paulo sabemos que “por muito corrompida que tenha sido a nossa natureza pelo pecado, mediante Cristo podemos ser libertados do seu poder escravizante.”. Através do nosso Deus somos “escravos libertados” do pecado. “As boas novas são que, depois da Cruz, ficou garantida a vitória contra tais forças, ainda que a batalha continue acesa. O conflito é dramático, o cósmico e feroz, mas a vitória pertence a Deus, uma vitória que nós podemos partilhar pela fé.” (Leia João 12:31; Romanos 8:38 e 39).
“Cristo veio ao mundo com o propósito de destruir as obras do diabo (Hebreus 2:14)”. “Em resumo, a Bíblia ensina-nos que a vida é dirigida por uma variedade de poderes, tantos pessoais como impessoais. Sem Cristo, o homem está à mercê desses poderes, sejam de que forma forem. (…) Contudo, por meio de Cristo, fomos libertados não só dos nossos pecados como também da servidão sob esses “poderes”. Precisamos de compreender a natureza dessa vitória e reclamá-la como nossa.”. Segundo Ellen White “Por isso, os discípulos de Cristo, deveriam as perseguições causar alegria, em lugar de tristeza, porque elas são uma demonstração de que seguem os passos do Senhor.”. A Cruz é o símbolo da vitória sobre o pecado. Que possas viver a experiência do crescimento em Cristo no contexto desse conflito. Amém.
R.Melo

Abre os Meus Olhos


O Senhor abre os olhos aos cegos. Sal. 146:8.

Uma noite, no ano de 1849, J. Hudson Taylor, um adolescente inglês, ajoelhou-se ao lado de sua cama e orou por mais profunda consagração a Deus. Antes de levantar-se, Hudson ouviu o chamado divino e decidiu: iria para China, por amor a Cristo.

A partir desse dia, Hudson Taylor comprometeu-se com sua missão. Agências missionárias tentaram desanimá-lo. Sua saúde não era muito boa, não tinha educação religiosa formal, nem tinha dinheiro suficiente para pagar o curso de medicina. Mas o maior obstáculo era a indiferença das pessoas com relação à China. As necessidades de milhões de chineses eram um ponto cego para a maioria dos cristãos. A China era algo remoto e intangível, não para Hudson Taylor.

Depois de muita insistência, uma agência o enviou para a terra dos seus sonhos. Taylor estabeleceu a Missão do Interior da China, trabalhando em áreas onde nenhum estrangeiro jamais estivera. Foi dele a primeira missão interdenominacional que abriu caminho para o evangelismo mundial, no século 19.

Hudson Taylor desempenhou um importante papel na origem do movimento missionário moderno. Ele abriu muitos olhos que estavam cegos às necessidades de milhões de pessoas que viviam e morriam sem Cristo. O segredo de sua visão missionária é que, ainda jovem, aprendeu a dar respostas para Deus. E assim sua consciência tornou-se sensível.

Quando Deus o impressionou a dar sua última moeda de meia-coroa para uma família necessitada, ele a deu. Quando Deus sugeriu que ele falasse sobre Cristo para um colega cínico, Hudson falou. Ele sentia mais de perto e via mais claramente do que seus contemporâneos, porque deixava que Deus o iluminasse passo a passo.

Existe alguma coisa que não deixa você ouvir a voz de Deus? Sugiro que faça esta oração: "Senhor, abre meus olhos para que eu veja meu pecado e a Tua graça purificadora. Ajuda-me a ver os pontos cegos ou os meus defeitos de caráter. Dá-me um coração disposto a entregar tudo a Ti. Em nome de Jesus, amém."

Lição nº4- A Salvação: A Única Solução - 21 a 17 de Outubro de 2012



            Certamente que não será novidade se alguém disser que já teve um problema, uma doença, uma morte de um ente querido, etc. Mas é maravilhoso, e vimos na lição desta semana, que há uma solução através de Deus para que não soframos mais e não vivamos mais em pecado.
            Infelizmente o pecado é algo terrível. Que como vimos na lição anterior, o pecado entrou nesta terra com a queda de Adão e Eva. E hoje em dia o mal é visto como algo bom, e o bem como atitude de ingénuos. O coração do ser humano é mau, ganancioso, corrupto, enganador, só pensa em si mesmo, só queremos chegar ao "topo" não importam as consequências sobre os outros, e isso tudo, em geral, achamos aceitável. Esta é a nossa sociedade. A lição de Domingo até nos faz uma pergunta: "Quantos de nós não aprenderam já profunda, pessoal e dolorosamente quão mau é o problema do pecado?". É algo real, que está em cada um de nós. Mas assim como há um problema de uma amplitude vasta, também há uma solução ainda maior.
            Ellen White diz-nos na Segunda-feira que: "Logo que houve pecado, houve um Salvador. Logo que Adão pecou, o Filho de Deus apresentou-Se como penhor da raça humana, exactamente com tanto poder para impedir a condenação pronunciada sobre os culpados (...)". 
            Mas o que é que Deus apresenta para recuperar a vida eterna? Que solução é essa?
            João 3:16 (verso áureo): "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigénito, para que todo aquele que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.". Que maravilhoso. Um plano que já estava traçado à um longo tempo segundo nos diz Tito 1:2 "Na esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos eternos.". "Deus deu o Seu Filho" para morrer na Cruz e assim nos salvar. É por Ele que nós hoje temos a possibilidade de obtermos o perdão dos nossos pecados. Que amor inigualável que Deus tem por mim e por ti. A lição de Terça, e convido-te a ler diz que "A gravidade do problema do pecado talvez possa ser melhor compreendida unicamente quando temos a noção do que foi preciso - a Cruz - para que ele fosse resolvido. (...) a morte de Cristo, Deus a tomar sobre Si os nossos pecados, é uma medida tão extrema quanto se possa imaginar.".
            Cabe a cada um de nós aceitar ou não a morte de Jesus na Cruz. A lição de quarta-feira diz que "Não basta simplesmente ter um conhecimento teórico da justificação. Precisamos de experimentar por nós mesmos o que isso significa." e acrescento mais, porque "Nada atinge tanto as profundezas da alma como sentir o amor perdoador de Cristo" e a "contemplação do amor de Cristo motiva a pessoa ao arrependimento."
            Hoje mesmo, tens a oportunidade de te encontrares com Deus, de O aceitares como teu Salvador, de acreditares n'Ele. Ele já deu o primeiro passo, já morreu por ti e por mim. "Tão grande era o Seu amor pelo mundo, que concertou entregar o Seu Filho Unigénito "para que todo aquele que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."".
            Ellen White ainda nos diz que:  “A simples audição de sermões sábado após sábado, a leitura da Bíblia de ponta a ponta, ou sua explicação verso por verso, não nos aproveitará nem aos que nos ouvem, se não vivermos as verdades da Bíblia em nossa experiência habitual. O entendimento, a vontade e os afectos devem ser submetidos ao domínio da Palavra de Deus. Então, pela obra do Espírito Santo, os preceitos da Palavra se tornarão princípios de vida” (A ciência do bom viver, 514). Sem um Salvador, esperava-nos a destruição eterna por causa do pecado. Porém, Deus deu-te a solução através do sacrifício do seu Filho. Porque esperas para te entregares a Ele? Que hoje possas tomar essa mesma decisão de te entregares a Cristo. Amém.
Ruben M.

Suas Asas

O poder da Palavra


Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente. I Ped. 1:23.

Conheci Robert Wong durante uma viagem para Hong Kong. Ele contou-me a história de 15 anos passados em uma prisão comunista, sentenciado que fora por causa de suas atividades missionárias. Nos primeiros anos, foi confinado em uma solitária. Nos quatro anos seguintes, uma vez por mês lhe permitiam receber visitas de familiares por apenas cinco minutos. Quando ele contou-me acerca de sua provação, não percebi nele nenhum traço de amargura ou raiva. Ele parecia transpirar o espírito de Cristo. O que o teria sustentado durante anos de isolamento?

Wong me contou o segredo. Disse-me que ninguém se referia aos prisioneiros pelo nome. A cada um deles era dado um número, como parte do esforço para apagar-lhes a identidade. Um dia, enquanto caminhava pelo pátio da prisão, Wong escutou um guarda chamar: "Prisioneiro 105!"

Aquele número ficou em sua mente, e ele se lembrou de que 105 era o número de um de seus hinos favoritos do hinário chinês: "Dá-me a Bíblia." Uma vez por mês lhe era permitido escrever uma mensagem, com 100 caracteres chineses, para sua família. Ao enviar mais uma carta, Wong a terminou com o número 105. E na visita seguinte, um dos familiares conseguiu levar uma Bíblia e entregá-la para ele. Robert Wong me disse: "Foi isso que me sustentou!" Aquele exemplar da Bíblia permitiu que ele fosse em frente. Antes disso, repetia várias vezes os versos que sabia de memória. Mas agora, ele tinha o precioso livro nas mãos.

A Palavra de Deus nos fortalece em meio às provações. Dá-nos poder para superar obstáculos, anima-nos em meio aos desapontamentos e nos inspira frente aos desafios da vida. Ela nos ergue dos pesares. É o pão que nutre nossa alma (ver Mat. 4:4). É a água da vida que satisfaz a sede interior (ver João 7:37). É a luz que ilumina a escuridão do caminho (Sal. 119:105).

M.Finley

PRECISAMOS DE UMA MÃOZINHA...

Este Domingo dia 21 ás 9:30h vamos pintar a escada e arranjar o jardim do Lar de Acolhimento de Sto António na Fontela! Contamos contigo!

Lição 3 - O Homem: Obra de Deus - 14 a 20 de Outubro de 2012


A lição desta semana leva-nos a um ponto, mais um vez, importante que é o assunto de nossa origem. Existem duas formas de pensar, e elas são completamente diferentes, a lição diz-nos que são ideias radicalmente opostas uma à outra. Uma fala de evolução, que nascemos do mero acaso através da luta para progredir, através do sofrimento e temos uma resposta à nossa origem, através da Bíblia que nos ensina que fomos feitos com um propósito, que tudo o que existe em nós, tem uma razão de ser.
            Génesis 1:27 diz-nos "E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou." Se havia dúvidas acerca da nossa origem, a bíblia começa a esclarecer-nos nesse ponto. "A Escritura não abre espaço a qualquer ideia do acaso. Fomos feitos com um propósito distinto, e foram-nos dadas uma natureza e uma essência distintas logo desde o princípio. Feitos "à imagem de Deus" é um propósito (...)". Deus, que é amor, fez-nos com o propósito de O glorificar, de O amar, de fazer bem. Adorar a Deus é o mesmo que amá-Lo em reconhecimento. 
            A lição de Segunda-feira e de Terça-feira dá-nos alguns pontos importantes nesta questão. Diz-nos que "Ser criado à imagem de Deus parece ser necessário para uma determinada função: neste caso, para ter "domínio" sobre o resto do que Deus tinha criado. (...) Ser criado à imagem de Deus significa também que os seres humanos deviam representar Deus no mundo. (...) Então ser feitos à imagem de Deus envolve certamente a capacidade de relacionamentos íntimos e amorosos (um facto que reflete seguramente o relacionamento na própria Divindade).".
            Porém o pecado, marcou todos os aspecto da vida humana. Adão, alguém também criado por Deus, não um ser mítico ou algum símbolo, caiu em pecado. Neste aspecto seria importante que lê-se Romanos 5:12-21. Foi de facto Adão que permitiu que o pecado entrasse na terra (Romanos 5:12). Foi aí que Jesus Cristo desceu a esta terra. Não havia ninguém melhor ou mais parecido com o pai do que o próprio filho. É como se ele fosse o "segundo Adão" e veio restaurar esse mal nesta terra. Diz-nos em Romanos 5:15 "Pois se pela ofensa de um morrerão muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou para com muitos." e ainda Romanos 5:20 e 21 diz que "Mas onde o pecado abundou, superabundou a graça, para que, assim como o pecado reinou pela morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo nosso Senhor."
            Mas pela graça de Deus temos a oportunidade "de renovação e de restauração da imagem de Deus em nós, pelo menos até certo ponto." "O verdadeiro objectivo da educação é restaurar a imagem de Deus no indivíduo. (...) O pecado manchou e quase fez esquecer a imagem de Deus no homem. Foi para a restaurar que se tinha concebido o plano da salvação, e se concedera ao homem, um tempo de graça."
            Que hoje eu e tu possamos nos reconciliar com Deus ao ponto de reflectir-mos o seu amor. Deus tem o propósito de restaurar a Sua imagem, na medida em que os Seus filhos aceitam os méritos de Cristo. Estás tu pois, disposto a aceitar esse propósito? Que Deus te abençoe grandemente. Amém. 

Vinde a Mim

Vendo com os Olhos de Deus


Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque vêem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. Mat. 13:16.

Repetidas vezes o Novo Testamento nos conclama a olhar para as pessoas com os olhos de Deus. Somos convidados a ver as pessoas de uma nova maneira. O apóstolo Paulo afirma isto em II Coríntios 5. Ele escreve sobre Jesus morrendo por todo o mundo, tendo em vista a salvação de cada um dos seres humanos (versos 14 e 15). Ele escreve sobre a diferença que faz o sacrifício, como devemos olhar para as pessoas através do amor de Cristo.
Sob essa óptica, passamos a olhar para elas como pessoas por quem Cristo morreu. Sabes o que isto significa? Significa que essas pessoas têm um valor infinito.

Olhar para as pessoas com os olhos da graça. É isso que importa. É isso que faz a diferença neste mundo. Não ficamos fascinados com a embalagem. Olhamos o que existe no interior. Focalizamos aquilo em que as pessoas se tornam.

Isto faria a diferença no trabalho ou na escola e até mesmo na igreja. Há pessoas em todo o lado que têm tanto para dar, mas que são deixadas a um canto só por causa da aparência.

Faria a diferença no casamento. Precisamos ser valorizados por aqueles que estão perto de nós, e precisamos ser valorizados principalmente pelo que há em nosso interior.

E faria uma diferença enorme para os filhos. Eles precisam crescer sabendo que são valorizados pelo que existe no seu interior, pelo seu potencial e por seu carácter. Há muitas coisas no mundo dos adolescentes que falam exactamente o oposto. Eles são classificados pela aparência e pelo desempenho. Querem muito ser aceites, ser populares. Mas a popularidade é tantas vezes determinada por coisas superficiais e exteriores.
Para Deus, o carácter é o que conta. Deus olha para a pureza dos nossos motivos. Ele olha para a sinceridade do nosso coração. Ele olha para a sinceridade de propósito em nossa vida. Quando olharmos com os olhos de Deus, também veremos muito além da superfície. Veremos não meramente o que as pessoas fazem, mas olharemos para a pureza do seu propósito. Veremos o valor de cada indivíduo. Teremos mais consideração para com os que estão próximos de nós. Afinal, eles foram criados à imagem de Deus e remidos pelo Seu sangue.

M.Finley

Recolha de Alimentos ADRA Figueira da Foz

A delegação da ADRA da Figueira da Foz, quer agradecer mais uma vez a todos os voluntários que no domingo dia 30 de Setembro, participaram ativamente na recolha de alimentos que se efetuou no hipermercado E Leclerc.
Um bem haja a todos.
Helena Ganhitas

Walk On the Water