Exames Regionais – 12 de Setembro 2010

Os Exames Regionais terão lugar a 12 de Setembro de 2010 na Igreja Adventista de Coimbra às 10 horas.

Não devem esquecer, os interessados, que este dia serve para a entrega dos trabalhos do 1º Nível da Escola de Formação.

By Your Side

Não obstruas a luz


Oito da manha. A estação do metro está a abarrotar de pessoas. As carruagens estão cheias mas ainda assim as pessoas vão tentando encontrar um cantinho. Não podem chegar tarde a escola ou ao trabalho. “Por favor mantenham os acessos às carruagens livres para podermos prosseguir a viagem” ouviu-se uma voz nas colunas de som. Um suspiro de indignação passa pelas carruagens. O metro permanece parado. A mesma voz repete a mensagem, desta vez um pouco mais irritada. Uns olham para as horas. Sente-se a frustração dos passageiros. Tempo precioso a ser desperdiçado. Mais uma vez ouve-se a voz. Os segundos passam para minutos. Um casal comenta que já não devem conseguir apanhar o comboio. A tensão sobe. Por quarta vez ouve-se a mesma voz: “Agradecíamos que o passageiro da última carruagem, da última porta tivesse a amabilidade de se afastar do acesso para podermos prosseguir a nossa viagem.” Após ter sido identificado o “culpado” o metro, por fim, põe-se em marcha.
Este pequeno episódio demorou 3 minutos. Tendo em conta que no metro seguiam umas 450 pessoas, devido à distracção, aos “ouvidos moucos”, à ignorância, à falta de consciência ou à preguiça de uma única pessoa, foram desperdiçados 22,5 horas! “O que é que eu fiz?” poderia perguntar esta pessoa. Nada de grave. Somente “obstruiu” a luz.
Quantos atrasos provoco eu? Quantas vezes obstruí a luz na minha vida? Por causa da minha apatia, secularismo e falta de compromisso com Deus posso impedir a “continuação da viagem” da minha vida espiritual e/ou daqueles que me rodeiam.
Deus tem um plano para a tua vida: “Porque Deus … é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo”. (II Coríntios 4:6)

Visita dos JA Aveiro e Almoço Convívio


O Retrato do Filho

Um homem muito rico e seu filho tinham uma grande paixão por arte. Tinham de tudo na sua colecção, de Picasso a Rafael.
Muito unidos, sentavam-se juntos para admirar as grandes obras de arte. Infelizmente, seu filho foi para guerra e, muito valente, morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.
Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta. Era um jovem com uma grande tela nas suas mãos e disse: “O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem o seu filho deu a vida; ele salvou muitas vidas nesse dia e estava levando-me a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente. Ele falava muito de si e do seu amor pelas artes.”
O rapaz estendeu os braços para entregar a tela: “Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que o seu filho gostaria que o senhor recebesse isto.”
O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado tinha capturado a personalidade de seu filho no quadro. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos do seu filho, que os seus próprios olhos se encheram de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para lhe pagar o quadro. “Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente.”
O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar a sua famosa galeria.
O homem morreu alguns meses mais tarde e anunciou-se então um grandioso leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcado, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.
Em exposição estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu com o seu martelo para dar início ao leilão:
“Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?”
Um grande silêncio…
Então ouviu-se um grito vindo do fundo da sala:
“Queremos ver as telas famosas! Esqueça esta!”
O leiloeiro insistiu: “Alguém oferece algo por esta pintura? 100€! 200€? …”
Mais uma vez ouviu-se outra voz: “Não viemos aqui para comprar este quadro, viemos por Van Gogh, Picasso… Vamos é às ofertas de verdade.”
Mesmo assim o leiloeiro continuou…
“Quem leva O FILHO?”
Finalmente, uma voz: “Eu dou 10€ pelo quadro.” Era o velho jardineiro da casa. Como era um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.
“Temos 10€! Quem dá 20€?”, gritou o leiloeiro.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam o quadro do filho, queriam os que realmente eram valiosos para as suas colecções.
Então o leiloeiro bateu o martelo: “Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por 10€!”
“Finalmente vamos começar com a colecção!” gritou alguém.
O leiloeiro soltou seu martelo e disse: “Sinto muito, damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final”.
“Mas, e os quadros?” – perguntaram os interessados.
“Sinto muito”, disse o leiloeiro, “quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exacto momento. Somente a pintura O FILHO deveria ser leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses, inclusive as famosas pinturas. O homem que comprou O FILHO, fica com tudo!“
Deus entregou Seu único filho para morrer por nós numa cruz dando-nos a possibilidade de herdar a vida eterna e o reino celestial.
Como condição apenas nos pede que amemos e que sigamos as pegadas de Seu filho.
Às vezes complicamos o que é fácil.

O Semáforo - Alex Zurdo

No triângulo lateral das opções do Youtube podem seleccionar as legendas em Português. Só funciona vendo directamente na página do Youtube.

A ROCHA

Um homem dormia na sua cabana quando de repente uma luz iluminou o seu quarto e lhe apareceu Deus.
O Senhor disse-lhe que tinha um trabalho para ele e mostrou-lhe uma grande rocha que estava na frente da sua cabana. Explicou-lhe que deveria empurrar a pedra com todas as suas forças.
O homem fez o que Deus lhe pediu. Durante muitos anos, dia trás dias, desde que o sol saía até que ele se punha, o homem com todas as suas forças empurrava aquela fria pedra, … mas ela não se movia.
Todas as noites o homem regressava à sua cabana muito cansado e sentindo que todos os seus esforços eram em vão.
Como o homem começou a sentir-se frustrado, Satanás decidiu entrar também no jogo levando pensamentos á sua mente: “Empurraste essa pedra durante tanto tempo e ela não se mexeu nem sequer um pouco.”
Ao homem começou a dar-lhe a sensação de que a tarefa que lhe tinha sido dada por Deus era impossível de realizar, e que ele mesmo era um fracassado. Estes pensamentos aumentaram o seu sentimento de frustração e desilusão.
Satanás disse-lhe: “Porque é que te esforças tanto durante todo o dia numa tarefa que é impossível? Não te canses, faz só o mínimo esforço, isso será suficiente.”
O homem começou seriamente a pensar em por isso em prática mas antes decidiu elevar uma oração ao Senhor e confessar os seus sentimentos: “ Senhor, trabalhei duro durante muito tempo no teu serviço. Empreguei todas as minhas forças para conseguir fazer a obra que me pediste, mas ainda assim, não consegui mover a rocha nem sequer um milímetro, porquê? Porque é que fracassei?
O Senhor respondeu-lhe com compaixão e ternura: “ Querido amigo, quando te pedi que me servisses e tu aceitaste, disse-te que a tua tarefa era empurrar a rocha com todas as tuas forças, e foi o que tu fizeste. Nunca te disse que esperava que a movesses. A tua tarefa era só empurrar. Agora vens até mim sem forças dizer-me que fracassaste, mas, na realidade será que fracassaste? Olha para ti agora, os teus braços estão fortes e musculados, as tuas costas estão fortes e bronzeadas, as tuas mãos tem calos e as tuas pernas estão duras e robustas. Ao enfrentar as adversidades cresceste muito e agora és muito mais hábil do que alguma vez já foste. Está certo, não moveste a rocha, mas a tua missão era empurrar e confiar em mim. Isso tu conseguiste. Agora, querido amigo, Eu moverei a rocha.”
Algumas vezes quando ouvimos a palavra do senhor, tratamos de utilizar o nosso intelecto para decifrar a sua vontade, quando na realidade Ele só nos pede que confiemos Nele.
Devemos exercitar a nossa fé que pode “mover montanhas”, mas conscientes de que é Deus quem afinal as faz mover.
Quando tudo parece ir mal… Apenas empurra!
Quando te sintas cansado … Apenas empurra!
Quando ninguém te compreende… Apenas empurra!
Quando te sintas cansado e sem forças… Apenas empurra!
Nos momentos difíceis pede ajuda ao Senhor, Ele vai guiar os teus passos.

Segredo de Estado


A data do Dia D – 6 de Junho de 1944 – quando os aliados invadiriam a Normandia, na Segunda Guerra Mundial, era um segredo de Estado conhecido apenas por um pequeno grupo de estrategistas e chefias militares empenhadas na derrota de Hitler.
O General De Gaulle, comandante francês, figurava entre aqueles que souberam antecipadamente em que momento se daria o desembarque. Um de seus mais íntimos auxiliares não conteve a curiosidade e perguntou-lhe quando seria o “Dia D”.
– Tu és capaz de guardar o segredo? – perguntou o comandante?
– Sem dúvida – jurou o subalterno.
– Eu também – encerrou De Gaulle.
Cristo adoptou uma atitude semelhante, quando os Seus discípulos Lhe perguntaram: “Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? Ele respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade” (At. 1:6, 7).
Ao longo da era cristã muita gente tem procurado descobrir uma data que Deus achou por bem não revelar a ninguém – o dia da vinda de Cristo. Os adventistas não tem sido excepção à regra, após o Desapontamento de 1844, José Bates, um dos nossos mais queridos pioneiros, começou a pregar que Jesus voltaria no Outono de 1851.
A Sra. White opôs-se a isto, escrevendo em 21 de Junho de 1851 o seguinte: “O Senhor mostrou-me que a mensagem deve ir, e que não deve depender de tempo. Pois o tempo não será nunca mais uma prova” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 188).
Em 1892 ela repetiu a advertência: “Não sereis capazes de dizer que Ele virá dentro de um, dois ou cinco anos, nem deveis protelar Sua vinda declarando que talvez não ocorra dentro de dez ou vinte anos” (Eventos Finais, p. 30).
Mas não adiantou nada, pois novas datas continuaram a ser marcadas: 1928, 1964, 1994, 2000. Por que será que tantas pessoas têm, de diversas maneiras e cálculos, procurado descobrir aquilo que o Senhor não nos quis revelar? Será que é para saberem quanto tempo ainda lhes resta para continuar a ser negligentes e descuidados na sua preparação para a Sua vinda?
Quem estiver preparado a cada instante não terá essa preocupação e não será tomado de surpresa. Deus só revelará o dia e a hora da vinda de Jesus, ao povo remanescente, após a ressurreição especial (ver O Grande Conflito, p. 637, 640).
Até lá a palavra-chave é: Vigiai.
A salvação não é uma meta atingível, é um caminho diário ao lado de Cristo. Mantém-te ao Seu lado, sempre.

Sierra de Gredos - O Filme

NOTA DA PRODUÇÃO:
Por motivos ainda desconhecidos, o vídeo saiu com alguns problemas.
Mas como o prometido é devido, não quisemos deixar de partilhar o filme que preparámos relativamente à viagem à Serra de Gredos, patrocinada pela CRC Séniores.
Assim que os problemas forem resolvidos, carregaremos aqui o video final, para deixar-mos todos aqueles que não foram (ou não puderam ir), a contorcerem-se de inveja.

Contente com migalhas?

Ela, porém, Lhe respondeu: Sim, Senhor; mas os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem das migalhas das crianças. Marcos 7:28

A vida era difícil para Anastácia (a Bíblia não menciona seu nome, mas vamos chamá-la assim). Ela era uma mulher grega, de origem siro-fenícia, cuja filha estava endemoninhada. Anastácia passava muitas noites em claro, vendo a filha sofrer com longos acessos de gritos e convulsões. Mãe e filha eram prisioneiras em sua própria casa.
Anastácia já havia passado horas e horas diante de deuses pagãos e gastara muito dinheiro em oferendas e sacrifícios, inutilmente. Então ela ouviu falar de um Galileu que curava todo tipo de doenças, e que estava agora nas terras de Tiro e Sidom. As notícias correram velozmente: “Ele cura a todos, indistintamente, não só os judeus. E não cobra nada!”
Anastácia encheu-se de esperança. Ela não podia perder esta oportunidade! Saiu perguntando aqui e ali até descobrir o paradeiro de Jesus, numa casa em que Ele esperava ficar em paz e no anonimato. Em desespero, prostrou-se aos Seus pés rogando-Lhe que expulsasse de sua filha o demónio.
A primeira reacção de Cristo foi o silêncio. Então veio a rejeição por parte dos discípulos, pedindo a Cristo que a mandasse embora, e finalmente a aparente rejeição de Cristo: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 15:24). Mas a mulher não desistiu. Então Cristo expressou a típica atitude judaica de que os gentios eram indignos das bênçãos celestiais: “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos” (v. 26), isto é, o pão da salvação que Deus havia confiado aos judeus para ser distribuído aos gentios, mas que os judeus egoisticamente conservavam para si mesmos.
Ela não se sentiu ofendida com essa comparação, porque mesmo esses pequenos animais domésticos participavam dos alimentos que sobejavam da casa. E percebendo a compaixão, que Jesus não conseguia disfarçar, respondeu: “Eu sei que eu sou apenas um cachorrinho pagão, mas ficarei contente com uma migalha desse pão. Uma migalha do Teu poder será suficiente para minha necessidade.” Jesus, surpreso com essa demonstração de fé, expulsou o demónio.
Anastácia saíra de casa pensando apenas no bem-estar da filha, mas encontrou muito mais do que isso: reconheceu nEle o Messias e entendeu que os gentios também eram filhos de Deus.
Muitos de nós contentamo-nos com migalhas espirituais, quando Deus está disposto a oferecer-nos um banquete.